Quais São Suas Memórias Favoritas de Fábulas?

Redação
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A apresentação do Xbox Developer Direct 2026 trouxe novidades empolgantes sobre o reboot da série Fable, desenvolvido pela Playground Games. Isso me fez mergulhar em uma onda de nostalgia, relembrando de todas as travessuras que vivi na trilogia original da Lionhead. Desde as memoráveis experiências de me tornar o maior conquistador de Albion — casando e abandonando muitas esposas ao longo dos três jogos — até minha obsessão pela minigame de ferreiro em Fable II, enquanto tentava juntar grana para as coisas mais luxuosas da vida.

Com o passar dos anos, dediquei um tempo absurdo aos três jogos de Fable, e tenho um monte de histórias inesquecíveis para compartilhar. A série é conhecida por sua abordagem única de sistemas de moralidade e um mundo aberto que dá lugar a relatos divertidos e totalmente imprevisíveis. Por isso, aproveito o momento para convidar os jogadores a contarem as suas próprias aventuras em Albion, antes da chegada do novo título, para que possamos compartilhar as narrativas mais engraçadas, inusitadas e, quem sabe, até emocionantes das primeiras três edições.

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Para compartilhar um pouco da minha conexão pessoal com a série, minha primeira experiência com Fable foi no Xbox original. Embora eu normalmente fosse mais fã de JRPGs como Final Fantasy, meu irmão mais velho comprou o jogo, já que o Xbox o destacava como um dos grandes lançamentos do console (junto a títulos como Halo, Blinx: The Time-Sweeper e Dead or Alive 3). Nossa paixão compartilhada por Shenmue, com seu mundo aberto, também influenciou essa escolha, além das promessas grandiosas feitas pelo fundador da Lionhead, Peter Molyneux.

Lembro claramente de inúmeras conversas com meu irmão sobre todas as funcionalidades incríveis que a Lionhead prometia nas revistas e sites de jogos na época. De promessas como a de que as bolotas que caíssem no chão se tornariam árvores, a uma mecânica de vingança em que os filhos dos seus inimigos poderiam caçá-lo por causa da morte de seus pais.

A princípio, parecia bom demais para ser verdade, e, de fato, muitas dessas “promessas” acabaram não se concretizando no produto final. Contudo, Fable se tornou, para mim, um jogo mágico, semelhante ao que Shenmue representava anteriormente. Uma parte da diversão estava em explorar os limites do que realmente era possível, em tempos em que promessas publicitárias e Wikis não desmistificavam os lançamentos.

Quanto aos jogos posteriores, não me apressei para comprá-los assim que foram lançados; acabei jogando ambos na década de 2010, quando redescobri meu amor pelos RPGs. Dentre os dois, o segundo jogo (muitas vezes considerado o melhor da trilogia) me cativou mais e agora é o que sempre retorno quando quero reviver Albion. Quem consegue resistir, por exemplo, a provocar as pessoas em Bowerstone Market ou flertar com um parceiro, apenas para levá-lo a um lugar tranquilo e soltar um pum em sua direção?

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Imaturo? Com certeza. Engraçado? Sem dúvida!

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